327 avaliações sobre Restaurante Tribuna Restaurante em Bragança Bragança
Mantém a sua alma castiça, nos finos e petiscos servidos no balcão de inox, mas sobretudo no cardápio, que insiste em apresentar clássicos como o fígado de cebolada, o escabeche de bacalhau frito e as saborosas sandes de rojão. Dezenas de pernas de presunto penduradas no tecto são combustíveis para as recheadas sandes que deram fama à casa. Em plena rua do Heroísmo, em frente à esquadra da polícia, o Xico é uma tasca (ou tasco, como dizem carinhosamente os portuenses) para picar e beber, de preferência em pé ao balcão. Entrar numa casa de frente para a praia de Leça da Palmeira, desenhada pelo vencedor do Prémio Pritzker de Arquitectura Álvaro Siza, já seria motivo suficiente para marcar uma mesa na Casa de Chá da Boa Nova. O Cafeína de Vasco Mourão, instalado numa bonita casa do início do século XX, é um dos melhores restaurantes da cidade, mesmo depois de 30 anos de vida, que só serviram para reforçar a qualidade do mesmo.
Na região sul de Matosinhos está aquele que poderíamos chamar de quadrilátero das marisqueiras, dada a quantidade de casas do ramo abertas uma ao lado da outra. Um casal formado por uma franco-portuguesa e um francês, que se conheceram entre as cozinhas sofisticadas de restaurantes de Paris estrelados, resolve abrir um restaurante no Porto. Depois destes, peça a “Santíssima Trindade”, como costumam chamar na brincadeira aos khachapuri, pães recheados com queijo; aos khinkali, uma espécie de dumplings; e aos khorovats, pedaços de carne de porco, borrego, frango grelhados. A comida é inventiva, mas sem pretensão, a carta de vinhos é concisa, mas satisfatória, e o serviço tem o toque de se estar na casa de alguém querido. Depois deste primeiro espaço em Matosinhos, aberto em 2018, seguiu-se um outro no Porto, em Cedofeita, e, mais recentemente, no Time Out Market, na Ala Sul da Estação de São Bento. E é pela sua extensão que estão grande parte dos restaurantes da cidade que grelham robalos, douradas e linguados em grelhas montadas na rua para atender os clientes.
Um atendimento rápido e eficiente, mesmo em momentos de maior afluência, é uma mais-valia que solidifica a reputação do restaurante como um local de paragem obrigatória para quem visita a cidade e procura refeições deliciosas num ambiente cuidado. Os funcionários demonstram estar bem informados e dispostos a ajudar, sempre com um sorriso, o que enriquece significativamente a experiência do cliente. Esta combinação de conforto e estética contribui para a atmosfera que muitos clientes descrevem como magnífica e aconchegante. Com um horário de funcionamento alargado, que cobre almoços e jantares todos os dias da semana, o Tribuna atrai tanto locais como visitantes que procuram onde comer em Bragança.
- Não é dos maiores bairros da cidade, mas nem por isso faltam opções para comer.
- Tem uma esplanada grande para dias solarengos e uma carta de vinhos variada para acompanhar os bons pratos.
- O Arroz do Alfredo, o mais nutritivo dos pratos, é enriquecido com bochecha de porco e chouriço e pode ser servido em doses para duas, três ou quatro pessoas.
- Pedro Lemos mudou recentemente a localização do seu restaurante homónimo, mas para o novo espaço levou o know-how e a criatividade com que sempre surpreendeu quem se senta à sua mesa.
- Numa mesa onde o produto é rei, a simplicidade da matéria-prima serve de base a outros experimentos – sejam eles com sabores do mundo, ou com as últimas técnicas culinárias.
Cervejaria Boa Esperança
Em causa está um espaço com 85 lugares sentados, um balcão com 360 graus com mais de 15 referências de cerveja internacional 'premium', 16 televisões com projeção de jogos nacionais e internacionais '’all day long’ e ainda ‘spot’ para a prática de boxe. Contudo, os potenciais clientes devem estar cientes das possíveis falhas no serviço, que pode ser lento em horas de ponta, e do desconforto que podem sentir em dias quentes devido à climatização deficiente. Embora seja descrito como um espaço tradicional, um problema recorrente mencionado por vários clientes é a climatização, ou a falta dela. No entanto, em contraponto, surgem críticas significativas sobre a organização e a lentidão do serviço, especialmente em dias de maior afluência. Serviço de excelência num espaço excelente e relações humanas que nos fazem sentir em casa. Desde as entradas até à sobremesa degustamos uma refeição maravilhosa!
Sítio de Gente Feliz
É no restaurante do hotel The One Monumental Palace que o chef Julien Montbabut aplica o seu savoir-faire francês aos produtos portugueses. Pelas mãos habilidosas do chef Nuno Brás, a cozinha japonesa nunca soube tão tuga. Há também uma interessante secção de robatas no cardápio, os espetinhos japoneses, como carapau com chimichurri ou lula com molho kare.
Deixe um comentário para Restaurante Tribuna
A sua proposta assenta na valorização dos produtos endógenos e na apresentação de pratos que equilibram a tradição da gastronomia transmontana com um toque de modernidade, visando proporcionar uma experiência gastronómica de conforto e qualidade. Inaugurado em outubro de 2018, este estabelecimento ocupa um edifício histórico, oferecendo uma sala de refeições envidraçada com vistas privilegiadas sobre o movimento da cidade.
A Oferta Gastronómica: Onde a Tradição Brilha
Lídia Brás é uma mulher de garra e uma chef de mão cheia. Tal como o Fava Tonka, o chef David Jesus também decidiu abrir ali o seu Seiva, onde mostra que existe muita versatilidade no reino vegetal (e também nos cogumelos e algas). Mas nem todos os sítios se preocupam também com o ambiente, o serviço e a selecção dos vinhos quanto Rogério Sá, proprietário https://tribunasportsbar.pt/ e chef de cozinha deste restaurante entre o Bonfim e as Fontaínhas.
Entre as muitas opções, há entradas quentes como os rolinhos de alheira com sweet chilli (6€) e o bao de camarão frito (8€). Tem sempre um menu do dia diferente e uma carta fixa de cozinha tradicional portuguesa com entradas como os cogumelos recheados com molho pesto (8,70€) ou o gaspacho caseiro (4,50€). Nas entradas prove as vieiras com cogumelos selvagens e sabayon trufado (19€) ou o tártaro de atum com lima, gengibre e molho de sésamo (16€). O espaço é luminoso e tem um pátio exterior perfeito para os dias de sol. É pequenino e acolhedor mas não lhe falta espaço para produzir e confeccionar massa fresca todos os dias. Com apenas 15 lugares ao balcão, serve um menu de 15 momentos onde brilha o que o mar dá.
Com o tempo, porém, evoluíram – sobretudo na qualidade dos produtos – e voltaram a aparecer nas nossas mesas, e ainda bem. No Porto cabe um mundo, reflexo de uma cidade historicamente cosmopolita e cada vez mais receptiva. Peixe fresco do dia com arroz do Mondego, coentros e mexilhão ou frango “à Bairrada” com castanha, cogumelos e maçã verde são algumas das criações da jovem chef que poderá experimentar por aqui. Pratos memoráveis e carregados de sabor, com raízes portuguesas e influências do mundo. O ambiente é acolhedor, o serviço é simpático e os vinhos da carta casam bem com os pratos, dos dourados e sequinhos bolinhos de bacalhau ao melhor quindim de toda a vizinhança.
Share this content:
إرسال التعليق